
Helen é uma tenista profissional, usando o esporte como válvula de escape para seu problema: é lésbica, mas não se aceita nessa condição. Seus maiores amigos são Rick e Sheila, os dois apaixonados por ela, apesar de Sheila nunca ter confessado o seu amor. A partir de uma conversa mais franca com Rick, Helen procura um médico para "curar-se de seu desvio", aceitando um tratamento rigorosíssimo, mas que, ainda assim, só garante 80 por cento de probabilidade de cura. Numa manhã, correndo no Parque Ibirapuera, a tenista encontra Sheila, a quem conta sobre o seu lesbianismo e o tratamento. Sheila diz que a ama e que se mataria se ela se curasse. Helen procura Rick e lhe conta sobre o seu tratamento, garantindo-lhe que, quando estivesse pronta para o relacionamento com um homem, ele seria o seu parceiro. Sheila, pela decepção com Helen e não suportando mais o tenso ambiente familiar, se mata. Rick vai para Nova York e deixa uma carta para Helen em que afirma que não suporta mais ficar a seu lado sem tê-la. Helen, sozinha num parque, está prestes a se matar quando alguém lhe pede um cigarro. É Lucy. Começam a se relacionar mais intimamente, apesar do medo de Lucy, que tem uma vida largada por ter passado por uma grande frustração amorosa. O idílio é intenso, mas se interrompe com a morte de Lucy, consumida pelo câncer. Helen, desesperada, se mata.